O fim decerto não verão, pois nele os olhos não mais vêem e dele não quero falar.
Quero falar dos presentes bobos e fugidios ali na frente, daqueles com sorvete na mão e arranhado na canela, ou dos solenes, com um guarda-chuva.
E então? O que verão estes olhos meus quando o tempo passar, nas asas do cata-vento?
E então? O que verão estes olhos meus quando o tempo passar, nas asas do cata-vento?
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